quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

ATENÇÃO GALERA!

RESULTADO FINAL DE FÍSICA A PARTIR

 DE SÁBADO, DIA 20/12/2014.


LEMBREM-SE:
A VITÓRIA 

DEPENDE DELE,

JESUS CRISTO!

RELAÇÃO DOS ALUNOS NA FINAL DE FÍSICA E NOTAS QUE NECESSITAM PARA A APROVAÇÃO.


 FÍSICA - 2014
 PRIMEIRO ANO
ALUNO(A) PONTUAÇÃO GERAL NA FINAL
ALINE 227,67 4,0
DAMIANA 277,67 2,1
ERONE 261,67 2,7
FLÁVIA 265,67 2,6
FLÁVIO 265,33 2,6
FRANCIMARA 218,33 4,3
JOSÉ CLÁUDIO 240,67 3,6
K. OLIVEIRA 235,67 3,7
K. SANTOS 279,33 2,2
SAMUEL 254,33 3,0
FÍSICA - 2014
SEGUNDO ANO
ALUNO(A) PONTUAÇÃO GERAL NA FINAL
ANA SANTANA 261,7 2,7
CARLIANA 257,0 2,9
FCA. MARIA 266,0 2,5
HUGO 257,0 2,9
JÉSSICA 276,0 2,2
LARISSA 255,7 2,9
RODRIGO 275,7 2,3
VICTOR 228,3 4,0
WELIGNTON 264,7 2,6
FÍSICA - 2014
TERCEIRO ANO
ALUNO(A) PONTUAÇÃO GERAL NA FINAL
ALEXANDRE 218,0 4,3
ANA BETRIZ 264,7 2,6
EUGÊNIO 276,7 2,2
FERNANDA 234,7 3,7
FLÁVIA 253,7 3,0
FCO. DAS CHA. 276,7 2,2
JOSÉ LUCAS 213,3 4,5
MARIA APA. 273,0 2,3
MAURÍCIO 243,3 3,4
TAINÁ 264,0 2,6

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Um muro invisível contra radiação

Um campo de força invisível e impenetrável, a cerca de 11 mil km da superfície da Terra, protege nosso planeta de doses letais de radiação. A descoberta surpreendente e até agora inexplicada foi feita por uma dupla de satélites da Nasa e reportada na edição de hoje da revista científica britânica “Nature”.

Lançadas em 2012, as Van Allen Probes tinham por principal objetivo estudar os chamados cinturões de Van Allen, dois anéis de radiação concentrada produzidos pela interação do campo magnético da Terra com a torrente de partículas carregadas emanada constantemente do Sol.
Os cinturões, aliás, foram a primeira descoberta da era espacial, feita em 1958 pelo cientista americano James Van Allen, da Universidade de Iowa, com dados colhidos pelo primeiro satélite ianque, o Explorer-1. A ambição original do pesquisador era estudar raios cósmicos, mas o satélite acabou fazendo a detecção de uma concentração anormal de partículas.
Originalmente foram detectados dois cinturões: um mais baixo, entre 60 e 10 mil km de altitude, concentra prótons de alta energia, e outro mais distante, entre 13,5 mil e 57,6 mil km de altitude, agrupa elétrons de alta energia.
A nova surpresa só foi possível agora, graças aos instrumentos mais sofisticados já usados para explorar o ambiente dos cinturões. Os cientistas liderados por Dan Baker, ex-aluno do próprio Van Allen e pesquisador da Universidade do Colorado em Boulder, perceberam que todos os elétrons com os níveis mais altos de energia, que viajam em velocidades próximas à da luz, eram barrados um pouco acima do primeiro dos cinturões. Nenhum deles conseguia passar a barreira dos 11 mil km.
Ainda bem para nós, pois essa seria uma radiação nociva, se chegasse à superfície da Terra. Mas a surpresa é que o bloqueio abrupto observado contraria a expectativa original dos pesquisadores. Eles imaginavam que esses elétrons fossem detidos gradualmente pela atmosfera terrestre, conforme aconteciam colisões entre eles e as moléculas de ar. Uma barreira distinta a 11 mil km é totalmente incompatível com essa premissa.
“É quase como se esses elétrons estivessem trombando com uma parede de vidro no espaço”, disse Baker, em nota. “É um fenômeno extremamente intrigante.”
MISTÉRIO
Os cientistas ainda não têm uma explicação clara do que daria origem à barreira, mas o campo magnético da Terra parece não ter nada a ver com isso. Para descartar essa hipótese, eles estudaram com especial atenção o comportamento dos elétrons sobre o Atlântico Sul. Por alguma razão pouco compreendida, o campo magnético do planeta é mais fraco naquela região — tanto que os cinturões de Van Allen chegam um pouco mais perto da superfície por ali. Se a barreira invisível fosse causada pelo magnetismo terrestre, seria natural que os elétrons conseguissem maior penetração por ali. Mas não. Mesmo naquele ponto o fim da linha é ao redor dos 11 mil km.
Por enquanto, a melhor ideia com que Baker e seus colegas conseguiram se sair é a de que as poucas moléculas gasosas presentes àquela altitude formam um gás ionizado chamado de plasmasfera, que por sua vez emite ondas eletromagnéticas de baixa frequência. Seriam elas as responsáveis por rebater os elétrons altamente energéticos.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

NASA finalmente admite publicamente a existência de vida extraterrestre



Assista a matéria no link abaixo:
http://andredepierre.com.br/index.php/2014/11/07/nasa-finalmente-admite-publicamente-a-existencia-de-vida-extraterrestre/




domingo, 9 de novembro de 2014

Prêmio Nobel 2014 é dividido entre tres Japoneses

Foram divulgados os vencedores do Nobel de Física 2014. Dividem o prêmio os cientistas japoneses
Samu Akasaki,
Hiroshi Amano,
Shuji Nakamura.
Eles são os inventores do LED(1) azul que, segundo a Real Academia de Ciências da Suécia, "permitiu a construção de fontes de luz branca de baixo consumo de energia".
Em documento oficial, a Real Academia de Ciências destaca que as lâmpadas LED vão iluminar o mundo no século 21. E compara, na ilustração abaixo, a eficiência das diversas lâmpadas ao longo da nossa história. vejam foto logo abaixo.

Note que as lamparinas a óleo tinham eficiência de apenas 0,1 lm/W (lê-se lúmen(2) por watt de potência consumida). As lâmpadas incandescentes, que produziam luz a partir de um filamento aquecido, revolucionaram a nossa maneira de iluminar o mundo ao nosso redor durante o século 19 e tinham eficiência de 16 lm/W. As fontes de luz fluorescentes, que produzem luz a partir da excitação quântica de um gás, foram as grandes estrelas no século passado e ainda hoje são bastante utilizadas, com eficiência de 70 lm/W. Mas as promissoras lâmpadas de LED bateram recentemente o recorde de eficiência com 300 lm/W, conseguindo entregar muito mais luminosidade a partir de um consumo bem menor. Esse tipo de fonte de luz, super eficiente, pode ser alimentada até por pequenas baterias carregadas a partir de diminutas placas que aproveitam a energia solar.
Mas a final o que é LED azul?
(1) LED é a sigla em inglês para Light Emitting Diode ou Diodo Emissor de Luz.
(2) Um lúmen é definido como o fluxo luminoso dentro de um cone de 1 esferorradiano emitido por uma fonte luminosa pontual com intensidade de 1 candela. É uma unidade padrão do S.I. - Sistema Internacional de Unidades.
(3) Desde os antigos monitores de tubos (de raios catódicos) usados nas primeiras TV em cores e, mais recentemente, nos computadores, as diversas cores da tela são produzidas a partir do sitema RGB. Provavelmente, na tela do seu computador, smartphone ou tablet, também impera essa ideia para a exibição de cores. O sistema RGB é, sem dúvida, o mais usado até hoje, em especial nas telas.
Qual a importância do LED azul?
Já existiam, há muito tempo, os LEDs vermelho e verde. Mas ninguém conseguia produzir luz azul a partir de um LED. E você deve estar se perguntando: "E daí? Era tão importante assim a existência do LED azul?". E a resposta é positiva. Explico tudo logo abaixo.
Sabemos, a partir dos trabalhos originais de Isaac Newton (1643-1727), que a luz branca é composta pela sobreposição da radiação eletromagnética de todas as cores visíveis, do vermelho ao violeta (confira post aqui). Foi Newton quem, a partir de um prisma triangular de vidro, separou as sete faixas de cores da luz branca solar (vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta). E depois, com um segundo prisma, juntou as cores separadas para reconstituir a luz branca, comprovando a sua real composição.
Thomas Young (1773-1829) e Hermann von Helmholtz (1821-1894) estudaram a visão tricromática, com base nas cores Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). Nasceu assim o sistema RGB(3) no qual podemos obter as diversas cores visíveis projetando e sobrepondo luz branca que atravessou filtros vermelhos, verdes e azuis. Em outras palavras, somando diferentes níveis de vermelho, verde e azul, conseguimos obter outros tons. A ideia básica está ilustrada abaixo.


 
Como já existiam os LEDs vermelho e verde, faltava o azul para conseguirmos obter a luz branca pelo sistema RGB. Não se esqueça de que luz branca é aquela que é constituída por todas as outras cores ou, no sistema RGB, pela combinação dos três canais: vermelho (R), verde (G) e azul (B). Vejamos:
Com o urgimento do LED azul, criado com sucesso no início dos anos 90 por Akasaki, Amano e Nakamura, foi possível construir fontes de luz "programáveis", capazes de emitir vermelho, verde e azul separados e também combinações desses canais em diversas gradações para produzir outras cores e até a luz branca, muito importante para simular a iluminação solar natural. Entendeu a real importância do LED azul?

sexta-feira, 4 de julho de 2014

TEMA: Educação e Tecnologia (Portfólio)



UNIDADE: I
ATIVIDADE: 1.2
TEMA: Educação e Tecnologia (Portfólio)
CURSISTA: Antônio de Oliveira Neto

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA
A hora e a vez da tecnologia para ajudar na educação.
Estamos diante de uma nova fase. Estamos vivendo um momento de demonstração de que a modernização da educação é séria demais para ser tratada somente por técnicos. É um caminho interdisciplinar, é a aliança da tecnologia com o humanismo, produto indispensável para criar uma real transformação.
As tecnologias da informação e comunicação realmente têm provocado mudanças na educação, originando novos modos de difusão do conhecimento, de aprendizagem e novas relações entre Professores e alunos. Mas de fato, o termo tecnologia é novo ou velho?
O termo tecnologia não é algo novo, tecnologia é um artefato, um método ou técnica criado pelo homem para tornar seu trabalho mais leve, sua locomoção e sua comunicação mais fáceis, ou simplesmente, sua vida mais agradável e divertida. A tecnologia, neste sentido, não é algo novo – na verdade, é quase tão velha quanto o próprio homem.
Para a educação, nem todas as tecnologias inventadas pelo homem são relevantes. Algumas apenas estendem sua força física, seus músculos. Outras apenas lhe permitem mover-se pelo espaço mais rapidamente e/ou com menor esforço, o que as tornam irrelevante para a educação. As tecnologias que estendem a capacidade de comunicação do homem, contudo, existem há muitos séculos.
A tecnologia a serviço da educação é aquela que estende a sua capacidade de se comunicar com outras pessoas, que aumentam os seus poderes intelectuais: sua capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informação. (Tecnologias, como por exemplo, incluindo a fala humana, a escrita, a imprensa, currículos e programas, giz e quadro-negro, e, mais recentemente, a fotografia, o cinema, o rádio, a televisão, o vídeo e, naturalmente, computadores e a Internet). Este tipo de tecnologia dinamiza as formas de aprendizagem.
A tecnologia traz muitos benefícios para o ensino, e que com essa ferramenta, tanto o professor quanto o aluno podem fazer pesquisas de estudos e fazer busca de informações de diversos acontecimentos, mantendo - se sempre informados.
Portanto, Não há porque negar, entretanto, que, hoje em dia, quando a expressão “Tecnologia na Educação” é empregada, dificilmente se pensa em giz e quadro-negro ou mesmo de livros e revistas, muito menos em entidades abstratas como currículos e programas. 
Neste sentido, é preciso entender é que, a educação, hoje, precisa adquirir um novo formato, no qual a comunicação não seja mais unilateral, e sim uma conversa de mão dupla. O aluno precisa se engajar não somente com o professor, mas também com seus colegas de classe.
A tecnologia pode e deve facilitar este trabalho, instigando a troca de informações e conhecimento, além de fornecer uma análise mais completa e precisa de cada estudante.
Antônio Neto